terça-feira, 14 de abril de 2009

Sei que nada sei



Tudo começa com os porquês, quando começamos a nossa alfabetização

começa nossas perguntas nossos “porquês” querendo saber tudo ao mesmo tempo sem conseguir entender tudo.

Quanto mais aprendemos mais duvidas, perguntas, questionamentos, quanto mais aprendemos mais críticos nos tornamos, e com nossas criticas aprendemos que quanto mais aprendemos mais sabemos que não sabemos nada, pois o conhecimento é muito amplo cada área com suas peculiaridades, e curiosidades, seria impossível aprendermos tudo, pois ao passo que aprendemos uma “idéia” junto dela vem outras novas com perguntas e duvidas, como ramificações que se formam.

Sei que nada sei, sei que ao passo que aprendo, mais tenho de aprender, pois o conhecimento que temos nos abre portas, abrem caminhos, quanto mais sei mais quero aprender como uma curiosidade viciante que nos possibilita inúmeras possibilidades, desenvolvendo nossa critissidade, aumentando nossa cultura e melhorando nosso raciocino. Pois sei que nada sei, mas tudo que sei me torna o que sou


--Diogo França--

quinta-feira, 9 de abril de 2009

retro - visor


Leio no ‘des-obituario’ vidas passadas e vividas

Na TV vejo o que fazer, nos botões que ligam e desligam minha vida.

Olho pelo retrovisor da vida e vejo o passado cego

Com cicatrizes curadas me sinto imune a razoáveis diversidades

E agora a cor do mundo vejo diferente, em tons degrades

E as paredes do tempo me apertam o pensamento do que fazer no amanhã

Hoje o êxtase derrama em meus olhos, lendo o ‘des-obituario’ das vidas passadas de outrora vividas com liberdade...

Diogo França ...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Sussurros


Um dia eu briguei com Deus, um dia eu esqueci Deus, por que Deus me esqueceu.

Chorei, chorei por renegar a meu mais querido e fechei meus olhos, fechei meus olhos obscurecidos pelo amor.

E hoje uma voz me diz lembra-te do que sentiu e sente novamente, por que ali estava Deus, sussurrando no teu ouvido, forças que tive, forças que não me imaginei possuir, como domado por uma luz que me consumia em fortaleza.

Meu amor obscuro caiu, como uma folha seca no outono, deixando a árvore, deixando a árvore fortalecer para um inverno frio e rigoroso.

Agora teu filho me diz: “minha criança à hora chegou, sorria novamente cultive o que renegaste, e acredite que Deus, que esteve com você em todos os teus momentos”.

Secando minhas lágrimas ele veio em busca da minha paz, abraçando-me, sussurrando seu conforto.

Por isso teu filho chora pedindo perdão por um dia ter te esquecido, quando sempre esteve junto dele, só o obscuro amor deixou-o, sem vê-lo, senti-lo e toca-lo.

Hoje sussurro em teu ouvido simples palavras: “Jamais me esqueças, pois jamais esquecereis você”.


Diogo França

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Oco!


Oco!

Oco, simples vazio, como um pedaço de toco.
Oco, feito eco que grita
Oco, sem sentir o alem do que sentiu
Oco, um vazio q tomas meu corpo
Oco, com a incerteza da certeza do viver

Oco, por renunciar o que amas pelo que tem fé

Oco, sem som
Oco, sem cor
Oco, só com a dor
Oco esperando que ‘ele’ te ame
Oco esperando que ‘ele’ renuncie

Só oco por saber que ‘ele’ te preenche o vazio do querer, gostar do viver!

Diogo França ♥

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Esperança


Pela janela ouço a escuridão cantando

Uma brisa da solidão me espreita

Ao sabor do vinho.


Mais uma vez esperando pela tua ausência

Aguardando um doce abraço de sofrer

Para saciar meus ardentes desejos...


Escoando pelos dedos vai o sabor da tua saudade

Deixando lugar para traição do teu gosto

E aos poucos esqueço o que foi sentido

Sem querer esquecer, esqueço teu sabor

Dia a dia


Tua culpa sem querer saciar-me

Em querer esquecer-me aos poucos

Busco em vão teu calor nas palavras ditas do ontem


Com a brisa da solidão

Refresco meus devaneios

Com um copo de vinho e um único pensamento... Você!


Diogo França

domingo, 11 de janeiro de 2009

Um dia de sol


E hoje acaba a angustia

Acaba o ser ou não ser

A dor e a agonia


Um dia que passou o frio, e sem cor...

Um dia que não quero mais viver


Hoje quando o sol nascer

Quero nascer junto, e novo

Quente, vivo, vibrante e com a alegria de um novo dia!


Um novo começo, sem noites...

Um começo só com dias resplandecentes

Um começo vivo para dar cor à vida que vivo.


Um dia de sol. . .


Diogo França.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Um dia...


E um dia conheci "Ira"
Cara a cara...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Confissões de um suicida


Cansei. Cansei de esperar por tanto tempo, sabe eu digo e repito, mas ninguém nunca me ouve... Eu grito calado um grito da alma, insisto que as pessoas ouçam, mas eu nunca falo alto, é como um sussurro sabe, eu grito querendo que todos ouçam, mas ao mesmo tempo é simples e ingênuo, é um sussurro, é sutil e estridente ao mesmo tempo, ninguém percebe ninguém...

Eu acho; não eu tenho certeza, quero que cuidem de mim, já cansei de cuidar dos outros cansei mesmo é sempre o mesmo blá blá blá de sempre, ai que saco já chega, basta eu aqui me matando aos poucos ainda tendo de cuidar do suicídio de outros! A cansei, a partir de hoje decidi me suicidar sozinho, sem cuidar ou ajudar o suicídio de outros.

Sabe acho que cuidado dos sentimentos dos outros a gente acaba esquecendo os próprios e assim apaziguando o que nos corroi... Enfim.

Um dia todos vão cansar quem não cansa? Você também cansaria de cuidar do que não é seu, e é esse cansaço que nos mata aos poucos, ele é o veneno em doses homeopáticas, doses que você nem vê o quanto lhe mata, e você continua ali sem saber que esta ingerindo, respirando, sentindo tal veneno poderoso. Mas esse veneno se torna tão doce na boca de inocentes que me sinto como se estivesse embriagado, e é ai que está o verdadeiro perigo, a embriaguez, sim companheiros a embriaguez do encéfalo nos lábios inocentes, você vai caindo deixando te convencer e aos poucos não sente que tornou-se parte de tudo que lhe largaram nas mãos, ai está mais uma boa oportunidade para me jogar no abismo do suicídio, sim por que quem agüentaria sentir sentimentos alheios, corrosivos que acabam deixando você em cólicas neurais, sem saber o que fazer, ai só lhe resta o suicídio.

É então é isso que deixo antes da minha partida, minhas sinceras explanações sobre meu suicídio, para que venham ler e não digam “coitado matou-se por isso ou aquilo” agora sabem todos o motivo: Ajudar a solucionar problemas alheios, minha gente isso mata!


Diogo França...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

...FIM?


Será que o fim chegou?
Afim de esperar a ultima resposta
aguardamos como a flor aguarda o calor da primavera...
O fim está ai?
Esperando o cair da última folha seca de um outono amarelo...
Terá volta?
Como o renascer da primavera juvenil.
E haverá força de recomeçar?

Força... Força para agüentar mais um dia
sem saber se haverá volta, se haverá o último beijo roubado e último abraço...
O último entrelaçar entre dedos em negros cabelos...


...Fim ou recomeçar?

Esperança de uma vida que nunca foi...

Diogo França...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Existe Amor?


Existe amor?
Se tu me olhas e sentes

Se tu sentes e toca-me

O amor não existe?


"Eu gosto de você"

Tu me conquistou?


Perguntas sem respostas...

Que só um tolo podes responder
Eu gosto de você!

Mas o amor é ilusão!...

Não, não para um inocente!


Diogo França...